Sei lá… Mil Coisas

            Era uma vez um porco preto chamado Pedrito. Ele adorava comer picolé no palito. Até que um dia ele conheceu um pinto. O pinto se chamava Terobauto e comia capim no mato e adorava amarrar o seu cadaço, mas ele se sentia podre, porque como ele era um pinto sua mãe não o limpava e estava em época de seca lá na Pasteuroslândia. Com isso ele resolveu pegar sua carroça e ir para a Porcomaquinocity para tomar banho de coca-cola com açaí. Porém, o açaí estava em falta e acidentalmente tomou banho de coco, o que fez com que ele ficasse fedendo mais.

            Com isso, quando ele voltou para o centro de Porcomaquinocity para pegar o ônibus que o levaria para Pasteuroslândia, ficou preso em um balde que o levou para Bobolandiacitase. Porém quando ele chegou a Bobolandiacitase, ele lembrou que tinha esquecido sua carroça em Porcomaquinocity, assim roubou um foguete do Bar do Friquiti e pegou sua carroça.

            Ele não sabia ligar o foguete, então ligou para o porco preto que entendia tudo de Galáxias e assim foi parar em Satupiter, uma junção de Saturno com Júpiter. Terobauto, o pinto, ficou meio desconfiado e preferiu que Pedrito, o porco preto, o levasse para Pasteuroslândia. Mas Pedrito, o porco preto, comeu muita feijoada e foi dar uma barrigada no banheiro da farmácia. Sendo que ele tinha deixado o Terobauto sozinho na nave com as coisas ligadas. Nisso ele acabou de fazer côcô na farmácia de Satupiter e foi ajudar o Terobauto. Mas não deu tempo quando Pedrito abriu s porta da farmácia s nave decolou e com isso ele nadou rumo ao Hexa (um outro planeta) para telefonar para o Terobauto e perguntar porque ele o abandonara, mas Terobauto não tinha celular , aí o Pedrito resolveu ir numa macumbeira para ela fazer contato com Terobauto. Com isso descobriu que Terobauto tinha morrido e estava no céu com Michael Jackson.

            Tudo culpa do Pedrito, o porco preto. Ele dava mais azar que gato preto. Assim, nossa história chega ao fim, com a seguinte mensagem: “Nunca confie em um porco. Porque os porcos não são confiáveis. E quem confia no porto vira pintinho do Michael Jackson.”

Fim!

 

Edição: Mariana Cassiano, Fabíola D’Alessandro e comentários desnecessários de Juliana Tavares.

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