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Vamos falar do que realmente interessa? Vamos dar nomes aos bois? Não. Não hoje. Vamos, por enquanto, falar de algo que interessa. Eu. Sim, o que mais interessaria? De quem é o nome que está contido para acessar esse blog? O meu é claro.
Este foi sempre o meu mal. Mudar sempre a história, os motivos, os pretextos. Escrever sobre algo e alguém que não tinha nada haver comigo. Apenas fatos, fotos e felicidades? O que resta agora? O que restou? Somente eu. A unica pessoa que deveria estar interina, em cada linha, em cada palavras. Em cada forma e frases.
Estive errada por um bom tempo, mas agora vou acertar. Se várias pessoas acham que é preciso alguém ao seu lado para se ser feliz, estas pessoas não me conheceram. Felicidade para mim é onde eu estiver, como eu estiver e da maneira que eu estiver. Felicidade não é olhar para o lado e ver como você é feliz por ter algupem tão especial ao seu lado. Não. Ser feliz, é olhar no espelho, dar um belo sorriso e saber que hoje será mais um dia em que você fará tudo o que tem vontade, sorrirá para o mundo se for possivel e se sentirá bem, por ser quem você é e por estar como você está.
Não existe meio termo quando se é feliz. Ou se é ou não. Bem dizia minha mãe – sempre disse minha mãe, tenho que corrigir -, ninguém lhe fará feliz como você mesmo tem o poder de fazer. Ninguém te amará ou te respeitará da mesma que você tem a capacidade de se amar e se respeitar. Não existe meio termo na felecidade, assim como não existe meio termo quando falamos de amor. Mas essa é uma história que não merece ser representada em palavras e muito menos ser desgastado meus dedos ao tentar escrever sobre algo que não deu certo. Não dera certo, acabou, ponto final e não continuativo.
nunca vou me arrepender dos erros cometidos. Nunca vo me arrepender do que fiz. E mediante estas afirmativas não me arrependo, mas não cometeria de novo. Se fosse possivel refazer, faria novamente com a maior felicidade do mundo, mas diria não quando tudo conspirava para dizer sim. Não compareceria a momentos que foram predominantes para a conclusão do serviço, na tentativa de me deixar assim. Assim? Não sei aonde.
Por que hoje eu acordei inteira. Migalhas? Pedaços? Não obrigada. Estou cheia de prato vazio, com apenas folhas. Eu quero um banquete e eu sei que a unica pessoa capaz de me ceder um verdadeiro banquete sou eu mesma. Então continuo assim. Continuo caminhando. Continuo escrevendo. Porque eu nunca vou parar de escrever. Tudo o que eu observar vai ser escrito. Tudo o que eu não vir também vou escever. Se mentir me desculpe. Mas é que hoje estava tão nublado e o tempo me deixou com ar de que nada iria dar certo, mas sabe o que aconteceu? […] Depois abriu o maior sol.
Eu só sei que eu não estou a fim de restos, porque foi preciso cair para perceber que tudo o que eu tive na minha vida até hoje foi pela metade, foi pouco demais, foi resto – e me desculpe a expressão – foi lixo. E hoje eu percebi, depois que o sol apareceu – que eu para amar preciso me amar primeiramente. E eu me amo. Amo muito.

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