Ainda não vá, 2010

2010. Antes de lhe dar adeus eu gostaria – se possível – de agradecer por tudo. Não, melhor do que isso gostaria de relembrar todos os momentos, todos, os quais me possibilitaram alguns machucados, algumas lágrimas, mas muitos sorrisos. Então acredito que deva começar a contar a minha versão de 2010.

Tudo começou em um belo dia de março, estava Sol e como eu não me recordo faz muito tempo eu adormecia em plena tarde de um dia de semana antes de ir para a natação. Como nunca gostei de atender aos telefonemas – quer dizer, nunca gostei de acordar mediante um telefonema – e como meu pai sabe disso, fez logo questão atendê-lo. E com aquela voz meio sonolenta, ele começara a repetir palavras estranhas que como eu não entendia, muito menos ele. Contudo, entre estas palavras, uma das que ele disse fora:…hmm IFRJ?… hmm. Após escutar somente esta palavra sai correndo e acreditem quando digo correndo, é correndo. Peguei o telefone e escutei que estava sendo chamada para fazer a matricula, na escola que eu queria e que eu sonhava. Bom, não importa. Só sei que essa foi a primeira alegria.

Em agosto deste mesmo ano, fora meu primeiro dia. Fui pintada, odiada, amada, quer dizer, amada não, isso só fora nos outros dias. Estudar nesse colégio trouxe-me muita dor de cabeça. Muitos problemas, mas me trouxe pessoas que se eu pudesse abaixar o nível do texto […] você poderiam rir ou se espantar com tamanha palavra que seria dita. Sobre estas pessoas, eu gostaria de comentar, uma por uma. Tema por tema. Assunto e memória. Umas já são conhecidas por vocês, meus leitores, outras vocês talvez não conheçam, mas devam conhecer.

Eu tenho uma irmã gêmea, que se chama Clara. Ela foi a destinatária de muitos textos ao longo destes cinco meses. Foi ela que roubou muitos de meus sorrisos, que limpou minhas lágrimas, que me aconselhou que me ajudou e que esteve perto de mim, mesmo muitas pessoas dizendo que ela não estava mais ao meu lado, como estava antes. Ela ainda esta, tudo bem? Então não pensem que o que tínhamos acabou e o que plantamos juntas morreu, porque não está nem no começo de tudo o que viveremos.

Eu também tenho um quarteto fantástico. Daqueles que ninguém derruba nada apaga. Seres totalmente diferentes um dos outros que teimam em admitir que são iguais. Talvez essa diferença seja o que precisamos para sermos tão parecidos. Somos loucos, aventureiros. Um é totalmente aberto. Outra uma… Amiga muito linda. E tem aquela que até parece o elo que nos une, juntos sempre e que não perde seu brilho, nunca perderá. Estes estão comigo por onde eu ando, para onde eu vou. Sempre seremos nós quatro, de uma forma mágica e intensa. Eles são meu porto seguro, a confiança que eu tanto preciso. O nome deles? Bruno, Camila e Thamyres.

Tenho dois anjos também. Dois seres extraordinariamente lindos que se eu contar vocês não acreditariam, mas estão ao meu lado em praticamente tudo o que eu faço. Sabem só de olhar em meus olhos que eu não estou bem e tem um dos melhores abraços do mundo. A estes dois anjos, Deus deu o nome de Anna Carolina e Marcelle. Duas pessoas dignas de serem chamadas de amigas, de possuírem o meu amor e amizade. Duas meninas sensacionais e lindas. Que estarão ao meu lado, bem ao meu lado, nos próximos três anos e meio. E assim nós iremos, diminuindo… Diminuindo. À elas, meu muito obrigado.

Tenho também que agradecer as pessoas que contribuíram tanto para a minha vida que eu não poderia deixar de agradecê-las. Agradeço por cada sorriso, cada brincadeira, cada conselho, por mais que mal dado, as vezes. Por cada abraço, aperto de mão e brincadeiras. Essas pessoas não estão sendo figurantes na minha vida, elas estão sofrendo um papel principal. Cada uma em um determinado papel. Eu só tenho que agradecer por tudo. Elas contribuíram por um sorriso, por uma lágrima, por uma música. Elas entraram rápido demais ou demoraram a aparecer na minha vida, mas elas estão aqui, como amigos. Amigos que eu nunca quero perder e rezo para que somente, esta amizade cresça. Como todas tem nomes, creio que tenha que escrevê-las aqui. Portanto: Thiago, Pablo, Vanessa, Andréia, Marllon e Pieroni. Meu muito obrigado.

Então creio que a história de 2010 seja essa. A descoberta de pessoas que mudaram com certeza o rumo da minha vida e fizeram dela uma festa. Foram muitas histórias que eu vivi. Histórias que eu não posso nem comentar aqui, pois sabem como é, isto é um blog de família. Mas mesmo assim. Histórias que não dá para esquecer, que só juntaram mais vários corações. Obrigado por existirem. Obrigado por tudo. Agora sim, Adeus 2010.

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