Carta a um Professor

Querido Professor, não sei porque o escrevi está carta, também não sei se gostará ou não do que tenho para lhe dizer. Contudo, creio que a única forma de lhe passar minha visão sobre sua profissão, seja assim, escrevendo-lhe está carta. Não julgue meus erros de Português, pelo menos uma vez leia o que lhe escrevem com paixão e não com obrigatoriedade.

Existe acompanhar o ritmo e ser o ritmo. Isto porque professor não precisa de autorização para inovar, para dinamizar, para melhorar e mudar. Professor não precisa de um giz novo, nem de uma apostila atualizada para fazer-se entender perante uma turma. Não digo brincadeiras e jogos, muito pelo contrário, há formas muito mais interessantes de cativar um aluno para ensinar até mesmo a matéria mais difícil do mundo. Professor não precisa estar de bem com a vida como os alunos também não, mas creio eu, que todos os alunos tem que gostar do professor, estando ele em seu dia proveitável ou não. Isto porque existe algo que se chama respeito e este tipo de respeito é necessário dentro de um ambiente escolar. Contudo, o que vemos agora é uma sala de aula onde os alunos tem que respeitar os professores, e muitas das vezes os professores não os respeitam. Mas é nessa hora que falam de superioridade. Que superioridade? Em um mundo onde muitos alunos estão as vezes sabendo mais que seus professores? Onde não param na sala de aula, por acharem a matéria fácil, isto pode até ser desrespeito, mas em outras stuações os alunos são julgados antes mesmo de exporem sua opnião, onde tudo o que disserem nunca será para ajudá-los . O que muda se por acaso o professor passasse a aprender tasmbém com seus alunos? O que muda, me diga professor? Em uma sociedade onde tudo o que precisarmos é rapidamente encontrado com apenas alguns dígitos em um retângulo delimitado? Porque não aprender? Porque não inovar sem perder a força na caneta e sem esquecer-se do ditado? Existem Professores e Professores. Todos com o mesmo “P”, com o mesmo sotaque, mas uns amam ser professores, enquanto outros apenas os são. Existem Professores e Desbravadores. Enquanto uns se prender a um português levemente corriqueiro, outros estão no pátio ensinando sobre a Terceira Revolução Industrial de um jeito bem diferente.

Enquanto vocês são os Estados Unidos, eu serei Alemanha, depois a gente troca. – Disse um Desbravador.

Mariana Cassiano

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