No meu sedentarismo

Eu não vou ficar fingindo entender aquelas palavras que eu não entendo. Não vou acatar ordens que não estou a fim. Não irei contra meus pensamentos só para escrever sobre aquilo que os outros querem ler. Não sou os outros, dentro de mim só há uma pessoa e esta pessoa é que tem domínio da palavra aqui. Não quero a mente de ninguém tão pouco aceitar as regras de quem se intromete no jogo e quer logo ganhar a partida. Quem se mete comigo ou perde ou se perde. Até agora ninguém ganhou, ninguém me domou, estão apenas achando isso. Eu deixo achar, às vezes é até divertido. Dar gargalhadas, rir da cara que eles fazem quando vão embora. Ninguém até hoje sabe o que eu quero e do que eu gosto. Algodão doce, cavalos mágicos, refrigerante sem gás. Suco de maracujá, biscoito recheado, sorvete de napolitano. Ninguém hoje mais se interessa pelas coisas legais da vida, logo ninguém se interessa por mim. A partir do momento que coloco a língua pra fora, erro uma piada ou invento uma palavra, ninguém mais me leva a sério. Não sou piada, por mais que às vezes me faça de uma só para levar um sorriso a essas caras tão humanizadas hoje em dia. Perderam a graça foi? Então não andem comigo. Quero por perto a alegria de um sorriso, o entusiasmo da descoberta, a paz de uma conquista. Eu quero pessoas de verdade, não fantoches dessa sociedade que nem brincar de esconde-esconde sabe mais…

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