A melhor amiga

Escrever. No meu vocabulário uma palavra que nunca dorme.  A escrita te dá asas pra voar, voar pra um lugar melhor, para amigos melhores, pra uma história de amor de verdade, pra não lembrar, para lembrar. Nas minhas viagens, eu vivo histórias incríveis das quais o final eu mesma faço, diferente da vida que nem sempre o que eu quero é o verdadeiro final.  Minha mente é um interminável vulcão de ideias, de histórias que eu quero viver e só através da escrita eu posso realiza-lás. A escrita também é uma maneira de relembrar o que já não existe mais, descrever, ou pelo menos tentar, demonstrar toda a felicidade que se sente ou toda a tristeza que te assola. Eu, particularmente, espero que tenha alguém que entenda como me sinto quando escrevo. Na verdade, quando escrevo eu não escrevo da boca pra fora, realmente há verdade e há sentimentos naquilo que está escrito. Por trás de cada história uma motivação, uma lembrança, uma razão, um momento. Eu estava perdida e precisava extravasar e foi assim que surgiram meus primeiros textos, creio que seja assim com todo mundo. Escrever para desabafar, pra mandar uma mensagem, pra se fazer entender, pra mostrar o seu coração e abri-lo ao mundo. Quando pequena, eu criava histórias felizes de romances com finais mais que perfeitos, criava esssas histórias pra fugir da minha realidade tão pesada e tão triste mas eu nunca associei a escrita a algo ruim, muito pelo contrário, sempre foi uma escapatória, uma felicidade escrever qualquer coisa. E quando eu li alguns textos de um certo blog, percebi que existia alguém que também queria se fazer entendida, queria contar ao mundo sobre seu cotidiano, queria explicar-lhe seus amores, seus romances e ela me inspirou a mostrar ao mundo o que eu era pois todos nós passamos por coisas ruins e boas e nada disso nos faz menos ou mais do que somos, do que queremos. Unidas por algo difícil de explicar Mari, você me fez enxergar em mim coisas que eu não sabia que ainda existiam e achava que estavam perdidas. Eu sempre irei te entender, mesmo que mais ninguém entenda. Eu sinto exatamente o que sente quando eu leio seu blog, sei exatamente o que quer dizer e os significados daquilo tudo e quero que pra sempre seja assim. Nós continuaremos sendo duas loucas, românticas, apaixonadas pela vida e que ninguém entende ou entenderá, mas não importa, pois se nos entendermos, já é o suficiente. Obrigada por trazer a escrita de volta pra minha vida.
Eu te amo, Musa.
Escritora: Camila Cutrim
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