Números queridos

Minha mãe deve estar maluca, meus amigos morrendo de rir e meu pai orgulhoso. Esse texto será sobre esses tão queridos enigmas da vida, que me caem tão bem quanto um par de sapatos 37.

Gostaria de casar com os números. Não estou louca, estou mais lúcida do que poderia imaginar. Por isso gostaria de casar com os números. Tão intensos. Tão exatos. Tão complexos, mas resolvíveis. Simples, interessantes. A matemática não é fascinante? Ela não te decepciona não te enrola tão pouco rouba algo de você. Eu, por exemplo, não me incomodo nem um pouco em perder algumas horas do meu dia em uma conta de aritmética. Já, por outro lado, discordo totalmente a possibilidade de gastar meu tempo com relacionamentos irritantes. Esses só te roubam tempo, desgaste e não tem solução. Sim, sou uma nerd assumida. Daquelas que ficam estudando final de semana porque querem e não por obrigação. Sempre fui assim, só que agora aflorou (que coisa gay, risos).

Então, só pra encurtar a história, me vê umas quatro listas de matemática aí, que já começaram a aparecer uns carinhas  e eu não tô querendo conversar não.

Mariana Cassiano

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