(RE)COMEÇAR

Se fosse parar para contar nossa história me chamariam de louca, tenho certeza do que digo. Isso porque tudo está correndo como se corre com cavalos. Não se sabe quem vai ganhar e as vezes mesmo confiando demais, perde-se. E eu, mais do que todos, tenho medo de perder. E o mundo, mais do que qualquer outro mundo, quer que eu perca. Até porque meu sobrenome é alegria, e você sabe muito bem disso. E eles não gostam dessa alegria. Detestaria acordar um dia chorando, com medo do mundo, dos sonhos. E a última coisa que quero é ter medo de sonhar. Sonhar é o que me basta, me resta e me preenche. E hoje, admito, você é um sonho. Um bom sonho, que é real. Mas o que eu tenho medo, é de perguntar: “Até quando?” Por que desculpe-me amor, eu já não tenho forças para acreditar em um para sempre. Eu busco-o, mas tenho medo. Por isso essa história, essa (nossa) história, que por enquanto se tece, ficará guardada em minhas memórias. Faça por onde, e eu te faço um livro. Não faça por onde, e eu queimo o seu livro. Não se esqueça: escrever para mim é fácil… As vezes até demais. Por isso a dor. Mariana Cassiano

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